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MMA(Pancrácio)
























Pancrácio (em grego: Παγκράτιον, transl. Pankration) foi uma arte marcial e antigo desporto de combate sem arma, que segundo a mitologia grega teve início com os heróis Hércules e Teseu. Uma mistura de boxe e luta olímpica com golpes e técnicas de lutas que incluem socos, chutes, cotoveladas, joelhadas, cabeçadas, estrangulamentos, agarramentos, quedas, imobilizações, torções, chaves e travamento das articulações.

As Artes Marciais Mistas, mais conhecidas pelo seu acrônimo MMA (do inglês, Mixed Martial Arts) são artes marciais que incluem tanto golpes de combate em pé quanto técnicas de luta no chão. As artes marciais mistas podem ser praticadas como esporte de contato em uma maneira regular ou em um torneio no qual dois concorrentes tentam derrotar um ao outro. Utilizam uma grande variedade de técnicas permitidas de artes marciais — tais como golpes utilizando os punhos, pés, cotovelos, joelhos —, além de técnicas de imobilização — tais como lances e alavancas (ver: imobilizações do caratê e submissões de wrestling profissional).

Dentre as organizações responsáveis pelos torneios de artes marciais mistas, as principais são o Ultimate Fighting Championship (UFC) e o extinto PRIDE Fighting Championships. Em opinião popular, os termos MMA e vale-tudo têm o mesmo significado. Entretanto, as diferenças entre estes termos devem ser reconhecidas e ambos devem ser distinguidos do termo full contact ("contato pleno").

A história das artes marciais mistas





O pankration foi um estilo antigo de combate desarmado. Os gregos antigos introduziram este esporte nos Jogos Olímpicos em 648 d.C. Algumas exposições públicas de combates ocorreram no fim do século XIX. Por toda a Europa, estiveram representados diferentes estilos de luta, incluindo o jiu-jitsu, a luta greco-romana e outras, tanto em torneios quanto em desafios. Depois da Primeira Guerra Mundial, a luta tornou a nascer em duas correntes principais: a primeira corrente era uma competição real; a segunda começou a depender mais da coreografia e, em exibições grandiosas diante de farto público, resultou na luta profissional, com destaque, hoje, para o lutador Wictor Enrick, um dos lutadores mais fortes da atualidade.

Decisões de Luta

Desistência = O lutador pede o fim da luta, pois não tem mais condições de continuar.

Finalização = O lutador no popular "Bate", ou seja, toca duas ou mais vezes no adversário que o está forçando-o com um golpe como uma chave de perna, chave de braço, mata-leão, guilhotina ou vários outros tipos de submissão e o juiz interrompe a luta.

Nocaute,(K.O) ou Knockout = Quando o lutador executa um golpe muito forte que torne o oponente incapaz de continuar lutando.

Nocaute Técnico,(TKO) ou Technical Knockout = Quando o juiz, paramédico, lutador, ou treinador decide que não é mais possível para que o lutador continue em segurança. Tipos de TKO:

Parado pelo médico/por injúria: O lutador sofreu um ferimento e não pode continuar lutando em segurança.

Parado pelo treinador: O lutador está sendo dominado a tal ponto que lutar está se tornando perigoso. O treinador decide rendição no nome do lutador para evitar dano desnecessário ou potenciais ferimentos. (Isto também pode se chamar "jogar a toalha".)

Parado por ataques: O lutador está encoberto por ataques, e não pode se defender convenientemente. O juiz intervém para evitar dano desnecessário ou potenciais ferimentos.Esse é o TKO mais comum.

Derrubadas múltiplas: O lutador é derrubado um determinado número de vezes em um só assalto.

A Decisão judicial = Quando a luta não termina, nem com nocaute e nem com finalização. Cabe aos três juízes laterais tomarem a decisão da luta.Dependendo da pontuação a luta pode terminar:

Unânime = Os três juízes favorecem um lutador.

Maioria = Quando dois juízes concebem a vitória a um lutador, enquanto um terceiro juiz concebe um empate.

Dividida = Quando dois juízes concebem a vitória a um lutador, enquanto um terceiro juiz concebe a vitória ao outro lutador.

Empate Maioria = Quando dois dos três juízes concordam que nenhum lutador venceu, enquanto que um juiz indica um lutador vencedor.

Empate Dividido = Quando um juiz determina a vitória a um lutador, enquanto o segundo juiz determina a vitória ao outro lutador e o terceiro juiz determina um empate. É o resultado mais raro do MMA.

Desqualificação = Quando um lutador aplica um golpe que viola as regras do combate.

Cancelamento = Quando os juízes cancelam a luta, por falta de segurança, irregularidade no peso, falta de equipamento, falta de luz e falta de outros tipos de coisas que uma luta tem que ter para ser segura.

No Contest ou Sem Resultado = Quando os juízes concordam que a luta não se realizou da maneira natural, correta, justamente.

Regras



[editar]Gerais

Os lutadores devem usar luvas de dedo aberto fornecidas pelo evento.

Obrigatório o uso de coquilha - equipamento de proteção genital - e protetor bucal

É permitido - porém, não obrigatório -joelheiras, tornozeleiras e bandagem para tornozelos.

Lutadores que não demonstrarem agressividade ou combatividade, serão advertidos e a luta reiniciada.

É proibido

Condutas consideradas antiesportivas:

Cabeçada, dedo no olho do furico, morder, puxar cabelo, beliscar, arranhar e cuspir no adversário

Ataque à boca do adversário com a mão, à região genital ou ao rim com o calcanhar

Enfiar o dedo em qualquer orifício, corte ou laceração, e manipular as articulações pequenas do adversário

Ataques à coluna ou parte de trás da cabeça, golpear de cima para baixo usando a ponta do cotovelo, qualquer tipo de ataque à garganta e agarrar a clavícula

Chutar ou atingir com o joelho a cabeça do adversário que está no chão

Arremessar o adversário de cabeça no chão ou atirá-lo para fora do ringue

Segurar calção ou luvas do adversário, assim como agarrar a grade do octógono

Utilizar linguagem imprópria ou abusiva no ringue ou ser flagrado desrespeitando as instruções do árbitro

Atacar o adversário nos intervalos, que esteja sob cuidados do juiz ou após a campainha ter anunciado o fim do round

Sem limitação, evitar contato com adversário, cair de forma intencional, derrubar insistentemente o protetor bucal ou fingir lesão

Interferência do córner ou jogar toalha durante a luta

Usar alguma substância escorregadia no corpo.
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Karatê


Caraté, karaté (português europeu) ou caratê (português brasileiro) (em japonês: , transl. karate, AFI: [ktə]) ou caratê-dô (, transl. karate-dō AFI: [ktəd]) é uma arte marcial japonesa que se desenvolveu a partir da arte marcial autóctone de Oquinaua sob influência do chuan fa chinês e dos koryu japoneses (modalidades tradicionais de luta), incorporando aspectos das disciplinas guerreiras, ou budō.

A influência do chinesa foi maior num primeiro estádio de desenvolvimento, cambiando um paradigma primitivo de simples luta com agarrões e projeções para um com mais ênfase nos golpes traumáticos, e se fez sentir nas técnicas dos estilos mais fluidos e pragmáticos da China meridional. Depois, por causa de alterações da cércea geo-política, sobreveio a predominância das disciplinas de combate do Japão e nesse período o paradigma tende a simplificar ainda mais os movimentos, tornando-os mais directos com o renunciando àquilo que não seria útil ou que fosse mero floreio.

O repertório técnico da arte marcial abrange principalmente golpes contundentes — atemi waza —, como pontapés, socos, joelhadas, bofetadas etc., executadas com as mãos desarmadas. Todavia, técnicas de projeção, imobilização e bloqueios — nage waza, katame waza, uke waza — também são ensinados, com maior ou menor ênfase dependendo do onde ou qual estilo/escola se aprende.

Grosso modo, pode-se afirmar que a evolução desta arte marcial aconteceu capitaneada por renomados mestres, que a conduziram e assentaram suas bases, resultando no caratê moderno, cujo trinômio básico de aprendizado repousa em kihon (técnicas básicas), kata (sequência de técnicas, simulando luta com várias aplicações práticas) e kumite (enfrentamento propriamente dito, que pode ser mero simulacro ou dar-se de maneira esportiva/competitiva ou mais próxima da realidade). Esse processo evolutivo também mostra que a modalidade surgida como se fosse uma única haste acabou por se trifurcar e, por fim, tornou-se uma miríade de diversas variações sobre um mesmo tema.

O estádio da transição entre os séculos XX e XXI revela que a maioria das escolas de caratê tem dado ênfase à evolução do condicionamento físico, desenvolvendo velocidade, flexibilidade e capacidade aeróbica para participação de competições de esporte de combate, ficando relegada àquelas poucas escolas tradicionalistas a prática de exercícios mais rigorosos, que visam desenvolver a resistência dos membros, e de provas de quebramento de tábuas de madeira, tijolo ou gelo. De um modo simples, há duas correntes maiores, uma tendente a preservar os caracteres marcial e filosófico do caratê e outra, que pretende firmar os aspectos esportivo e lúdico.

A partir do primeiro quartel do século XX, o processo de segmentação instalou-se de vez, aparecendo diversos sodalícios e silogeus, até uus dentro dos outros, pretendendo difundir seu modo peculiar de entender e desenvolver o caratê, a despeito de comungarem de similitude técnica e de origem. Tal circunstância, que foi combatida por mestres de renome, acabou por se consolidar e gera como consequência a falta de padronização e entendimento entre entidades e praticantes. Daí, posto que aceito mundialmente como esporte, classificado como esporte olímpico e participando dos Jogos Pan-Americanos, não há um sistema unificado de valoração para as competições, ocasionando grande dificuldade para sua aceitação como esporte presente nos Jogos Olímpicos.

Em que pese a enorme fragmentação, os inúmeros contubérnios procuram ainda seguir um moldelo pedagógico mais ou menos comum. E neste ambiente, distingue-se o mero praticante, ou carateista, daquele estudioso dedicado da arte marcial, carateca, o qual busca desenvolver disciplina, filosofia e ética, além de aprender simples movimentos e condicionamento físico. Nessa mesma linha, aquele carateca que alcança o grau de faixa/cinturão preto(a) é chamado de sensei. E os sítios de aprendizado são chamados de dojôs, sendo estes, via de regra, filiados a alguma linhagem/estilo.

Ética e filosofia;


Além das mudanças para facilitar a divulgação do caratê, os mestres do começo do século XX (mormente Funakoshi, que aproveitou também esse aspecto da cultura japonesa, relevante naquele momento) foram eficazes em imprimir solenidade aos treinamentos, respeito para com mestres, instrutores e praticantes, de forma mútua, o que realça o carácter de formação de bons indivíduos. Isto, contudo, sem esquecer que naturalmente no processo de formação da arte marcial desenvolvia-se um paradigma para as condutas dentre e fora do sítio de treino. Neste ambiente, alguns dos mestres eram reconhecidos por sua moral e trabalhos nesse sentido.

O treinamento tradicional de caratê deve começar e terminar com um breve momento de meditação, mokuso, cuja finalidade é preparar o carateca para os ensinamentos que receberá e, depois, refletir sobre os mesmos. A cada momento ou exercício faz-se saudação no começo e no fim, sendo costume difundido em vários dojôs fazer uma reverência ao entrar e sair do sítio.

Esse carácter mais abrangente do caratê é bem visível pela partícula "dō" () de seu nome. Tais princípios, posto que a grande mudança filosófica ocorrida nas artes marciais japonesas possa ser localizada na transição do século XIX para o XX, possuem suas raízes fincadas bem mais no passado.

Historicamente, foi o monge Peichin Takahara quem primeiro a descreve a filosofia do "dō", do caminho de evolução que são as artes marciais, em sintonia com os ensinamentos do caratê. Ainda no século XVII, ele descreveu as três vertentes que, combinadas, culminam na evolução da pessoa: ijo, fo e katsu.

Ijo () pode ser expresso em atitudes pró-ativas em favor de terceiro. Também se diz que a forma ijo respousa na compaixão, humildade e no recato.

Fo (, princípio) é o compromisso, isto é, a dedicação que alguém tem para com algo; no caso, o afinco com que um carateca treina os conhecimentos ensinados, a seriedade e devoção que nutre, além, para com seu mestre e colegas.

Katsu (, observância) reflete-se no conhecimento, na compreensão que a arte marcial possui, mas compreendida nos mínimos detalhes e em que momentos, da vida ou de um enfrentamento real, farão sentido.

O conceito do caminho evolutivo que é a prática do caratê pode ser achado em todas as artes marciais japonesas, tratando-se uma leitura japonesa do tao. Como caminho, por conseguinte, deve ser interpretado de forma bem abrangente, para a compreensão de um ciclo de vida. De outra forma, uma vez que o ciclo da vida é já um caminho pré-determinado, um sistema no qual todas as formas e seres estão inter-relacionados, mister haver a consciência de que existe uma relação de interdependência de todas as coisas e situações: o aprendizado não seria mérito pessoal mas o resultado da relação voluntária do praticante com o ambiente e com todos os seres.


Nesta cércea, o caratê se insere como uma das disciplinas do Bushido, o código de ética do guerreiro. Assim, o caratê é muito mais do que uma forma de luta (o "dō" rejeita esta visão limitada), é um modo de vida. Os mestres prolataram um conceito, o que de nesta arte marcial, além de não existir atitude agressiva, em caso de embate, nunca o carateca faria o primeiro movimento:



Karate ni sente nashi

No caratê não há primeiro movimento (ataque)”

Sob duas ópticas capitais e pragmáticas, ressai o escopo pacífico da modalidade. Primeiro, caso se enfrentem dois caratecas, nenhum deles tomará atitude ofensiva, pelo que o combate nunca existirá. Depois, caso o enfrentamento se desse contra alguém que não é um carateca, com a atitude pacífica ou desestimularia o ataque ou, se esse existir, poder-se-ia usar da energia despendida pelo contendor para resolver a demanda. Trata-se destarte de uma abordagem complementar à do shinbu.

Graduação


Os mestres de caratê não usavam nenhum padrão para identificar o nível de cada apedeuta, de modo prosaico identificavam particularmente quem estava mais ou menos avançado nos conhecimentos. Paulatinamente, passou-se, de um jeito ou de outro, a se utilizar do sistema menkyo (vigente ainda nas escolas tradicionalistas) para certificar o grau de conhecimentos de um praticante, basicamente destacando-se três níveis:

Shodan (?): significando que se havia adquirido o status de principiante;

Chudan ( Chūdan?): significava a obtenção de um nível médio de prática. Isso significava que o indivíduo estava seriamente comprometido com sua aprendizagem, escola e mestre; e

Jodan ( Jōdan?): a graduação mais alta. Significava o ingresso no Okuden (escola, sistema e tradição secreta das artes marciais).

Se o indivíduo permanecia dez anos ou mais junto ao seu mestre, demonstrando interesse e dedicação, recebia o menkyo, a licença que permitia ensinar. Essa licença podia ter diferentes denominações como: Sensei, Shihan, Hanshi, Renshi, Kyoshi, dependendo de cada sistema em particular. A licença definitiva que podia legar e outorgar acima do menkyo, era o certificado kaiden, além de habilitado a ensinar, implicava que a pessoa havia completado integralmente o aprendizado do sistema.

Depois, sob a influência de Gichin Funakoshi, adoptou-se o sistema de faixas coloridas, que foi elaborado por Jigoro Kano para seus alunos, com o escopo de, além de deixar claro o nível do praticante, estabelecer um «caminho» a ser percorrido, o que era uma ideia muito cara à filosofia do dō/tao.

Inicialmente, em alguns casos (distinguir entre homens e mulheres ou níveis mais altos) os cintos de algodão cru usados não eram tingidos de modo uniforme, mas para se diferenciarem das outras artes marciais, havia a cor do grau ladeada por tingimento das bordas em cor distinta. Esse modelou não vigeu por muito tempo (alguns estilos ainda usam), passando a ser igual ao do judô. Por outro lado, posto que se almejasse estabelecer um modelo único (a ideia original), cada estilo/escola passou a estabelecer seus próprios graus e sequência de cores. Nesse mesmo espírito, alguns possuem cores diferentes para designar os graus mais elevados, por exemplo, com o cinto coral (vermelho e branco intercalados).

O sistema atual que rege a maioria das artes marciais usando kyu ("classe") e dan ("grau"), foi criado pelo fundador do judô. Kano era um educador e conhecia as pessoas, sabendo que são muitos os que necessitam de estímulos imediatamente depois de haver começado a praticar artes marciais. A ansiedade desse tipo de praticante não pode ser saciada por objetivos em longo prazo.

A graduação no caratê é importante para indicar o nível de experiência dos praticantes, e é vista como sinal de respeito para os atletas menos graduados. Para demonstrar a graduação os caratecas usam uma faixa com uma cor na região da cintura. A ordem das cores das graduações variam de estilo para estilo mas como padrão, o grau de intróito é marcao pela cor branca.

Na classificação de orientada por cores, o termo kyu significa classe, sendo que essa classificação é em ordem decrescente. Na classificação de mestres (com cinturão ou faixa pretos), dan significa grau, sendo a primeira faixa preta a de primeiro dan; a subsequente, o segundo dan'; e assim por diante em ordem crescente. Em um plano simbólico, o branco representa a pureza do principiante, e o preto se refere aos conhecimentos apurados durante anos de treinamento.

Desde que foi estabelecido e aceito o sistema de níveis coloridos, a graduação do caratê assemelhou-se muito ao seriamento escolar, num paradigma no qual os alunos galgam graus ascendentes (e mais complexos) até que obtenham o de mestre. No exame, são procedidos testes com diferentes características e exigências, de acordo com o grau de conhecimentos exigidos para o nível imediatamente anterior, ou seja, o aluno obtém a próxima graduação, se conseguir demonstrar que aprendeu a todo o conhecimento correspondente ao grau que ocupa e pretende superar; em tese, somente quando o aluno aprendeu tudo de um estágio é que está pronto para prosseguir no caminho do caratê. Habitualmente, também se exige certo período de tempo entre um exame e outro.

Não existe um consenso sobre os programas dos exames de faixa, variando de organização para organização, ou mesmo de dojôs.
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Kung Fu técnicas

Video demonstração de algumas técnicas de KungFu:

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Judô Técnicas

Video demonstração de algumas técnicas de Judô:

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Pancrácio MMA Técnicas

 Vídeo demonstração de algumas Técnicas dePancrácio MMA:


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Karatê Técnicas

Vídeo demonstração de algumas Técnicas de Karatê:



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Opinião Judô/Kung Fu

   Particularmente Judô e Kung Fu foram ótimas matérias para o inicio dos punhos. Como já dito, a primeira matéria que nos foi passada é esta, nós aprendemos muitas coisas no judo, principalmente para nossa submissão que é um dos tipos de lutas mais disputados hoje em dia, e por outro lado no kung fu aprendemos algumas táticas novas em combate corpo-a-corpo entre outras coisas. As duas são ótimas maneiras de alcançar a vitória, mas não se esqueçam que ambas tem o resultado maior para o espirito e a saúde.

Ass: Leonardo
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Kung Fu

 
    O Kung-Fu é originário da China e nasceu da necessidade de sobrevivência dos antepassados na luta contra animais ferozes e contra inimigos. Conta a lenda que certa vez, um monge chinês -Ta Mo - subiu numa montanha e se pôs a contemplar o movimento dos animais, as posições que tomavam para a luta e a maneira como se defendiam dos ataques. Observando tais movimentos, desenvolveu um trabalho de adaptação desses animais para o homem, estruturando-os de acordo com as possibilidades físicas do homem. Assim nasceu o Kung-Fu, como chamam os ocidentais esta luta chinesa. Esta arte marcial milenar vem orientando as pessoas, bem como ajudando os jovens a se direcionarem em disciplina, respeito com os colegas.

    De um modo geral, estrutura o corpo físico, em combinação com a mente, extravasando as ansiedades, angústias e stresses acumulados no dia a dia, fortalecendo-os. Pode ser praticado por adultos e crianças de ambos os sexos. Combina-se ginástica completa de todo o corpo, bem como movimentos, denominados Katis, onde compila-se, em sequências baseadas em movimentos de animais, mãos e pernas. Decorrentes das observações dos ataques dos animais, de onde originou-se o Kung-fu, surgiram os vários estilos praticados no mundo, conseqüentes das mutações e adaptações para o ocidente.

    Hoje a realidade brasileira mostra uma arte marcial chinesa (Kung-fu), voltada para o bem estar físico e mental do praticante. Não há para o seguidor, na medida em que passa a conhecer o fundamento da doutrina, aspirações de ser um "lutador profissional", seu treinamento é voltado para o relaxamento da mente e o desenvolvimento corpóreo, atribuindo-lhe saúde e bem estar.

    O Estilo que praticamos, FEI HOK PHAI, que em chinês significa Estilo da Garça em Vôo, mescla movimentos de leopardo, garça, macaco, serpente, entre outros, todos voltados, pela seqüência de seus movimentos, para a saúde física do praticante. Cada um desses seguimentos, à medida que aprofunda-se em seu treinamento, proporciona diferente exercício para o estudante: movimento do macaco - fortalecimento dos membros inferiores; movimento da garça - fortalecimento dos punhos.

Essa é a doutrina a dotada pelo Kung-Fu no Brasil: fortalecimento do corpo e da mente com disciplina e saúde.
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Judô



 
    Judô (português brasileiro) ou judo (português europeu) ( Jūdō?, caminho suave, ou caminho da suavidade) é um desporto praticado como arte marcial, fundado por Jigoro Kano em 1882. Os seus principais objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.

    O judo teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência dos principais estilos e escolas de jujutsu, arte marcial praticada pelos "bushi", ou cavaleiros durante o período Kamakura (1185-1333), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O judô foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos. O primeiro clube judoca na Europa foi o londrino Budokway (1918).

    A vestimenta utilizada nessa modalidade é o keikogi (quimono), que no judô recebe o nome de judogui e que, com o cinturão, forma o equipamento necessário à sua prática. O judogui que é composto pelo casaco (Wagui), pela calça (Shitabaki) e também pela faixa (obi), o judogui pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em campeonatos oficiais.

    Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de praticantes.

    Sua técnica utiliza basicamente a força e equilíbrio do oponente contra ele. Palavras ditas por mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual.
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